Com o anúncio da volta da linha de produção da Alumar essa semana – logo os políticos se aproveitaram para ser o ‘pai da criança’. A guerra se deu entre o governo neo-socialista Flávio Dino(PSB) e o senador Roberto Rocha(sem partido). Pelo lado do governo se sabe que não teve nenhum tipo de incentivo fiscal oferecido.

E pelo lado do senador – ainda é muito prematuro dizer que a ZEMA(zona de exportação do Maranhão) tenha tido alguma influência na volta da ativação da linha de produção da empresa. Como defende o senador que a empresa estaria preocupada com a instalação de empresas ‘fabricantes de panelas’ ao seu redor, na área do Distrito Industrial .

A Alumar produz lingotes de alumínio para o mercado internacional. Está instalada na Ilha de Upaon-Açu há 37 anos.
Quando a Alumar(Alumar-Alcoa) encerrou parte das suas atividades de produção de alumínio em 2015, demitindo cerca de 650 funcionários – foi porque naquela conjuntura econômica, produzir no Maranhão para o mercado internacional era inviável.

O consórcio Alumar- Alcoa tem plantas de fábricas de alumina instalada em vários países, dependendo do custo de produção internacional da commodities do produto eles fecham ou abrem unidades.

Quem regula o mercado é o preço de commodities internacional. Quando chegou a São Luís, nos anos 80 a empresa ganhou 30 anos incentivos fiscais do Estado(Governo João Castelo).



