Com o adesismo do deputado federal André Fufuca(PP) para compor uma das vagas de senado na chapa do pré-candidato Eduardo Braide(PSD) ao Governo do Maranhão, quebra a espinha dorsal da narrativa construída nas duas eleições vitoriosas na prefeitura da capital. Braide desce para a poeira e vira um político comum.
Fufuca representa o símbolo maior da política fisiologista, do pula-pula e do oportunismo. O eleitor do Braide ficou desconcertado com o anúncio do ex-aliado de Bolsonaro e ex-ministro do Governo Lula. Logo o Braide que pregava ser contra os conchavos, que não iria se juntar com ninguém.
Fufuca como franco atirador, sai ganhando; Braide perde no eleitor conservador.
Na relação custo benefício quem ganha e quem perde: Fufuca sai ganhando porque subiu num rabo de foguete de candidatura ao senado, negociando suas bases de deputado federal. E foguete não dá ré. Já o Braide pregou o purismo e no meio do caminho trocou pela cultura do ‘adesismo’, saiu ruim na foto com seu eleitor conservador.
O ex-prefeito de São Luís relaxou os dinocomunistas (Othelino, Camarão, Rodrigo Lago e Carlos Lula e cia). E ainda faz beicinho para Hilton Gonçalo, Roberto Rocha, Simplício Araújo, Duarte Jr e Lahésio Bomfim. E quebra essa imagem ao abrir a porteira com a vinda de Fufuca.