Dória procura um vice do Nordeste com  ‘verniz  vermelho’ para sua candidatura a presidente; Dino pode ser o nome…

Dória procura um vice do Nordeste com  ‘verniz  vermelho’ para sua candidatura a presidente; Dino pode ser o nome…

Pelo fato de João Dória(PSDB) ter sido eleito prefeito de São Paulo na ‘onda outsider’ e governador de São Paulo na ‘onda bolsonarista’, o desafio dele agora é ser presidente da republica.

Dória procura em Dino um verniz de esquerda.

Sem ter onda para surfar, o governador de São paulo (que disputa as prévias do PSDB com o o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite(PSDB)) por não ter identidade com a esquerda, Dória procura  um ‘verniz vermelho’ e um link no Nordeste para tentar viabilizar seu nome na disputa de 2022.

O governador do Maranhão, Flavio Dino(PSB) esteve reunido quinta-feira(30) com o governador de São Paulo João Dória. O encontro gerou uma grande expectativa nos bastidores da política nacional.

Uma fonte bem posicionada do Blog do Varão no ninho tucano em Brasília disse que o encontro foi apenas uma retomada política de uma aproximação entre os dois governadores para formação de uma chapa para presidente da republica. Dino se encaixa como vice de Dória pelo fato de ter o ‘verniz de esquerda’ que ele precisa e ser da Região Nordeste.

Brandão seria a ponte necessária para a consolidação da chapa DD. Dória presidente, Dino vice.

Como a preferência do governador comuna-socialista ser o tucano Carlos Brandão(PSDB) na sucessão estadual, o encaixe  como vice de Dória seria um casamento perfeito. O governador maranhense fez um alto investimento no seu nome como liderança  nacional e parece cada vez mais distante a chance de ser vice Lula(PT).

Em entrevista a Folha, Dino reclamou da falta de espaço provocada pela polarização estimulada por Lula.

Na última entrevista a Folha de São Paulo essa semana Dino reclamou do ex presidente Lula pelo estímulo massacrante  a polarização entre ele e Bolsonaro e falta de dialogo com outras correntes políticas.

“A eleição de 2022 vai ser muito pior do que qualquer coisa que a gente já viu. É preciso ter uma oposição mais ampla, no sentido democrático, e construir os acordos políticos desde logo”, afirma Dino, que exclui apenas o radicalismo de direita num possível arco de alianças em torno de Lula.

 

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